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A metodologia proposta para a elaboração do plano assenta numa abordagem integrada, que abrange não só os diversos modos de transporte como os domínios do ordenamento territorial, do urbanismo, do espaço público, das questões ambientais e socioeconómicas, determinantes para a análise das dinâmicas territoriais do Município estritamente relacionadas com as questões da mobilidade e transportes.
O prazo definido para o desenvolvimento do Plano é de 12 meses, englobando 5 fases distintas, de acordo com o apresentado no Quadro que se segue.

As fases que se apresentam no esquema anterior não são estanques e correspondem à sequência lógica das actividades previstas para a elaboração do Plano de Mobilidade. Importa entender o encadeamento lógico das várias fases e tarefas, ressalvando-se que a execução dos trabalhos é flexível para permitir a incorporação das interligações com outras tarefas, bem como assegurar o carácter iterativo de elaboração do Plano.

• Fase 0 – Arranque, correspondente a uma fase inicial que compreende o planeamento detalhado dos trabalhos, o que inclui a calendarização dos trabalhos de campo a efectuar, a delimitação da área em estudo e respectivo zonamento e a elaboração do Plano de Comunicação e envolvimento da população e outras entidades relevantes do concelho da Maia e que importa envolver no processo de elaboração do plano;

Plano de Comunicação e Envolvimento dos Interessados

Relatório de Programação dos Trabalhos de Campo

• Fase 1 – Caracterização e diagnóstico, que compreenderá primeiramente a recolha de informação, através da compilação de informação estatística existente e da elaboração dos trabalhos de campo específicos propostos para o desenvolvimento do estudo e que visam fundamentar as análises quantitativas e qualitativas a desenvolver. As análises decorrentes incidirão sobre a caracterização da oferta de infra-estruturas e serviços dos diversos modos de transportes e da respectiva procura, nomeadamente em transporte individual (rede viária e estacionamento), em transportes públicos colectivos (rodo e ferroviários), em modos suaves (pedonal e ciclável) e no que respeita à actividade logística. Esta fase permitirá identificar os problemas estruturantes de forma a apresentar soluções adequadas.

Relatório de Caracterização e Diagnóstico (15MB)

Relatório de Caracterização e Diagnóstico - Anexos (19MB)

• Fase 2 – Cenarização e evolução dos padrões de mobilidade, que compreende a sistematização dos objectivos específicos e respectivas metas que darão origem às directrizes estratégicas do que se pretende que venha a ser o sistema de mobilidade e transportes e a construção de cenários correspondentes a diferentes perspectivas de evolução do sistema. Estes cenários terão em consideração as condicionantes e compromissos existentes e os objectivos que vierem a ser definidos.

Relatório de Cenarização e Evolução dos Padrões de Mobilidade (2MB)

• Fase 3 – Propostas de intervenção com base na estratégia de plano, definida na fase anterior, elaborar-se-á o Plano de Acção, que compreende a operacionalização do cenário seleccionado, através da definição das propostas de intervenção. Para o conjunto de propostas de intervenção elaborar-se-á um plano de execução, com calendarização detalhada das intervenções a realizar, considerando três horizontes temporais (curto, médio e longo prazo), apresentando também estimativas de investimento, possíveis fontes de financiamento e recursos disponíveis.


• Fase 4 – Sistema de avaliação e monitorização da execução do plano no qual se proporá um modelo que permita avaliar o grau de execução das propostas de intervenção e um modelo de avaliação da eficácia e eficiência das medidas propostas.

Relatório Final – Plano de Ação e Sistema de Monitorização do Plano de Mobilidade Sustentável do Concelho da Maia (17MB)