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#sorrirseguirseguro

Doação do D AC Colorir São Tomé e Príncipe ao Banco de Leite de São Tomé e Príncipe

Doação do D AC Colorir São Tomé e Príncipe ao Banco de Leite de São Tomé e Príncipe
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24 Julho 2020

A Câmara Municipal da Maia, juntamente com outras entidades nacionais, associou-se, mais uma vez, ao Banco de Leite de São Tomé e Príncipe (Amparo da Criança – Associação de Solidariedade Social, IPSS), na angariação de arroz e leguminosas (de preferência secas) para suprir carências alimentares da população mais jovem e mais idosa de São Tomé e Príncipe abrangida pelo projeto.

O movimento D. AC Colorir São Tomé e Príncipe, igualmente parceiro da autarquia, também se associou a este movimento solidário e contribuiu com 120kg de arroz, 3 latas grandes de leite de substituição e 5kg de feijão preto.

 

A Câmara Municipal da Maia apoia, desde 2012, o Banco de Leite de São Tomé e Príncipe, movimento que, entretanto, se constituiu formalmente sob o nome Amparo da Criança – Associação de Solidariedade Social, IPSS, entidade reconhecida como pessoa coletiva de interesse público.
O projeto do Banco de Leite de São Tomé e Príncipe, gerido pela Cáritas de São Tomé e Príncipe e dinamizado em Portugal pelo Frei Fernando Ventura, tem por principal objetivo fazer chegar a órfãos/crianças institucionalizadas desse país insular africano produtos essenciais para a sua alimentação nos primeiros anos de vida, como leite de substituição, farinhas lácteas e leite em pó. Atualmente são necessários 2 mil euros por mês para suprir as necessidades alimentares a este nível nas instituições existentes para o efeito em São Tomé, que foram já alvo de requalificação graças também a este movimento.
Entretanto o projeto evoluiu para apoiar outras faixas populacionais carenciadas, como é o caso de jovens mães e idosos, consubstanciando-se na construção de uma casa de acolhimento a crianças subnutridas e jovens mães e no apoio a um lar de terceira idade, providenciando, entre outros, uma refeição quente diária a cerca de 1200 crianças e 250 idosos. Atualmente o projeto estendeu-se também à Ilha do Príncipe, procurando apoiar a construção de um lar de terceira idade, uma vez que não existe, de momento, nenhuma estrutura deste género a funcionar na Ilha.