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ARTE COMUM na Escola Dramática de Milheirós
02 Julho 2010
Depois da Associação “Os Restauradores do Brás Oleiro” e do Fórum Jovem da Maia, vai a cena, este fim-de-semana, sexta-feira e sábado, às 21h30, na Escola Dramática e Musical de Milheirós, a peça de teatro “O regresso dos que nunca foram”, uma produção do Grupo Arte Comum, com encenação, interpretação e coreografia de João Cardoso e Vítor Pinto.
Trata-se de um grupo de actores amadores formado no Porto, em Julho de 2008 para a realização de um workshop de ‘Introdução à interpretação’ organizado pela ARPA (Associação Recreativa Cultural e Desportiva da Paroquia da Areosa). Desde essa altura, os elementos da Arte Comum foram frequentando cursos na área da expressão dramática e participaram em vários eventos de teatro escolar. Entretanto instalaram-se na Associação “Os Restauradores do Brás Oleiro) onde prepararam este seu primeiro projecto que estrearam no passado fim-de-semana.
Sobre o espectáculo, e nas palavras do Arte Comum, seria mais comum uma história com um princípio, meio e fim. Sucede, que o desafio a que se propuseram neste projecto, é o de rejeitar o teatro como uma ciência contadora de histórias ou um meio simbólico de passar uma mensagem. Pretendem levar a palavra para o mesmo patamar de todos os outros recursos cénicos e, dessa forma, devolver-lhes a dimensão que elas têm. Quanto à estrutura do espectáculo, não há ligações lógicas entre as cenas e o seu conteúdo. Trata-se, portanto, de uma sequência de cenas sem enredo, completamente independentes umas das outras. Pretendem, assim, fazer Teatro pelo Teatro, não tendo ele mensagem e muito menos uma história ou, se quisermos, a mensagem do espectáculo é não ter mensagem e a história que ele tem é a história de ninguém.
Sobre o espectáculo, e nas palavras do Arte Comum, seria mais comum uma história com um princípio, meio e fim. Sucede, que o desafio a que se propuseram neste projecto, é o de rejeitar o teatro como uma ciência contadora de histórias ou um meio simbólico de passar uma mensagem. Pretendem levar a palavra para o mesmo patamar de todos os outros recursos cénicos e, dessa forma, devolver-lhes a dimensão que elas têm. Quanto à estrutura do espectáculo, não há ligações lógicas entre as cenas e o seu conteúdo. Trata-se, portanto, de uma sequência de cenas sem enredo, completamente independentes umas das outras. Pretendem, assim, fazer Teatro pelo Teatro, não tendo ele mensagem e muito menos uma história ou, se quisermos, a mensagem do espectáculo é não ter mensagem e a história que ele tem é a história de ninguém.
Conteúdo atualizado em11 de março de 2025às 17:47