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Debate “Que Papel Temos no Desenvolvimento Global?”
No dia 11 de maio de 2015 foi transmitido no programa Sociedade Civil (X) (episódio 37), na RTP2, o Debate sob o tema “Que Papel Temos no Desenvolvimento Global?”, no qual participaram Pedro Krupenski, Presidente da Direção da Plataforma Portuguesa das ONGD e Diretor de Desenvolvimento da Oikos – Cooperação e Desenvolvimento, Paula Barros, Diretora de Serviços da Cooperação do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, e Paulo Ramalho, Vereador das Relações Internacionais da Câmara Municipal da Maia e representante do Conselho Executivo da Rede Intermunicipal de Cooperação Para o Desenvolvimento.
Neste debate foi possível fazer um balanço relativamente àquilo que foi atingido ao nível dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), a nova agenda pós-ODM e os próximos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, bem como aquilo que tem sido feito ao nível da Cooperação para o Desenvolvimento em Portugal, apresentando-se também o caminho que está a ser construído pela recente Rede Intermunicipal de Cooperação para o Desenvolvimento, atualmente integrada por 15 Municípios portugueses (Alfândega da Fé, Amadora, Cascais, Faro, Grândola, Loures, Maia, Marinha Grande, Miranda do Corvo, Moita, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal e Setúbal).
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A Semana do Desenvolvimento é um evento que se integra nas celebrações do Ano Europeu para o Desenvolvimento e o objetivo é promover uma reflexão crítica sobre as questões do Desenvolvimento e construir oportunidades concretas para a mobilização dos cidadãos e cidadãs em prol do Desenvolvimento. Isto é, todos os cidadãos e cidadãs têm, no seu dia-a-dia, oportunidade de contribuir para o Desenvolvimento Global e para a erradicação da pobreza: enquanto consumidores, eleitores, educadores, contribuintes, vizinhos, etc.. O objetivo é sensibilizar as pessoas para olharem para o Desenvolvimento de forma crítica, convidando-os a terem um papel ativo no seu dia-a-dia na construção de soluções para os problemas globais. Não se pretende que as pessoas vão, de repente, todas fazer voluntariado para África. Pelo contrário, pretende-se transmitir a ideia de que não é preciso trabalhar numa ONG ou ir para África para se poder dar um contributo para o Desenvolvimento. Fala-se de escolhas que as pessoas tomam, no seu estilo de vida e na importância que são a estes assuntos. Enquanto cidadãos, o que podemos fazer? Para além do voluntariado e dos donativos, que outras opções existem? O Estado possui medidas específicas para o Desenvolvimento? Quais?
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