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Centro de Documentação e Interpretação Urbana João Álvaro Rocha abre ao público na Maia
O Centro de Documentação e Interpretação Urbana João Álvaro Rocha abriu ao público a 15 de abril, na Maia, com o objetivo de se afirmar como um espaço vivo de encontro com a arquitetura, aberto à visita, ao estudo e ao trabalho.
Instalado no antigo atelier do arquiteto, num edifício projetado por Eduardo Souto de Moura, o espaço foi inaugurado com a presença de responsáveis municipais e alunos de Artes da Escola Secundária da Maia.
Mais do que expositivo, o Centro quer ser usado regularmente pela comunidade. Como afirmou Conceição Melo, responsável pela doação do acervo com os filhos: “Gostávamos que fosse um espaço vivido” e “Queremos que os alunos encontrem aqui um lugar de convívio, de partilha, de estudo e também de reconhecimento da própria cidade”.
Aberto às quartas-feiras à tarde, o Centro disponibiliza uma biblioteca especializada em artes e arquitetura e acesso ao espólio do arquiteto, permitindo compreender o seu processo criativo e obras marcantes na Maia.
Para Conceição Melo, o projeto concretiza um objetivo: “Foi para isto que decidimos doar o acervo e ceder este espaço, para que as pessoas da Maia possam perceber a génese e a urbanidade atual da cidade, que, em grande parte, nasceu aqui.”
O presidente da Câmara destacou o valor simbólico do espaço e o contributo do arquiteto, expressando a intenção de continuidade: “Gostaria que este espaço se tornasse duradouro e que a sua memória fosse perpetuada.”
O acervo foi doado pela família à Câmara Municipal da Maia, que gere o espaço cedido em regime de comodato.
Maia - um território para ser vivido